27 comentários:
De Diogo a 22 de Setembro de 2008 às 19:04
“Portanto, eles movem-se à mesma velocidade mas levam metade do tempo porque as distâncias são metade...”

“Isso mesmo Ana, todas as dimensões são metade, incluindo as dos neurónios, o que significa que os processos mentais necessitam de metade do tempo, portanto pensam duas vezes mais depressa...


Vamos raciocinar:

1 – No meu mundo todos os fenómenos têm a sua velocidade própria. Assim, para percorrer uma distância z, eu percepciono um tempo x.

2 – Num universo paralelo, onde todos os fenómenos têm metade da velocidade, desloco-me a metade da velocidade e percepciono a velocidade duas vezes mais devagar, donde, para percorrer uma distância z, continuo a percepcionar o mesmo tempo x.

É o tempo que é relativo.
De alf a 22 de Setembro de 2008 às 19:58
Diogo

Embora possa não ser intuitivo, um Universo onde as distâncias fossem metade e as velocidades também seria um universo diferente deste, com outras leis físicas; mas um universo onde as distâncias sejam metade mas as velocidades as mesmas é um universo com as mesmas leis físicas deste, indistinguível para um observador atómico.

é isso que mostram os posts de 24 de Junho e 2 de Julho.

o Tempo para um observador atómico, como nós, depende da relação entre distância e velocidade, não é, portanto, uma característica fundamental mas derivada.

Se a velocidade não fosse invariante, as medidas que fazemos das constantes físicas variariam ao longo do tempo - e não variam! L e T têm de variar simultaneamente para que as Leis Físicas se conservem.

Não reclame comigo, não fui eu que fiz este Universo... mas obrigado pelo seu comentário, que toca num aspecto importante e algo contraintuitivo.

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