De Diogo a 6 de Dezembro de 2009 às 02:20
Como sempre estou em pulgas, Alf. Duvido que você conheça a teoria da relatividade restrita e gosta sempre de deixar a história a meio (como nas telenovelas).

Antes de falar em Einstein, temos discutir a dilatação do tempo no célebre exemplo do homem com acende a lanterna no comboio. Está disposto a isso?
De alf a 6 de Dezembro de 2009 às 12:19
Diogo

A sua proposta é interessante; vá pondo as suas questões, os próximos posts, que vão sair rapidinho porque já estão quase prontos, até servem para esclarecer alguns conceitos fundamentais, e eu vou respondendo nos comentários e depois podemos passar a discussão para os posts.
De Alfredo Castro a 6 de Dezembro de 2009 às 14:09
Caros Diogo e Alf : na minha humilde e simplória opinião, a teoria da relatividade está erradíssima! Acredito PROVAR que o tempo é o simples resultado do MOVIMENTO relativo entre os corpos e que o espaço é um puríssimo vazio, principalmente quando se retiram os supostos "quarks". O que causa o afastamento acelerativo entre as galáxias é a enorme quantidade de antimatéria entre tais (antimatéria, circundada pela sua força repulsiva, o que alguns chamariam de "matéria escura"). Consta nas teorias que estou propondo. Ver http://www.webartigos.com/articles/25954/1/uma-outra-fsica/pagina1.html e outros artigos no mesmo site, inclusive os comentários. Um abraço, Alfredo Castro.
De alf a 6 de Dezembro de 2009 às 19:24
Alfredo de Castro

Como diz Flos num comentário ao post anterior, as nossas teorias dependem do que «vemos» e do que «sabemos».

é assim que cada um faz teorias diferentes.

Eu penso que a única partícula que existe é o quark; mas que é o constituinte do meio, não é constituinte das partículas, porque as «partículas» mais não são do que «buracos» no meio - um meio que enche todo o espaço que, portanto, de vazio não tem nada - a não ser uns pontinhos a que chamamos partículas. O oposto do que você pensa.

em posts antigos deste blogue eu explico como é o que penso, embora abreviadamente.

Quanto ao afastamento entre as galáxias, a minha teoria é a de que elas não estão a afastar-se, nós é que estamos a diminuir muito lentamente. A expansão é uma ilusão, tal como o movimento dos astros à volta da Terra também é.

Como vê, não podiamos ter pontos de vista mais opostos. O que não tem problema nenhum, cabe a cada um defender a «sua dama». É o que eu faço aqui



De Alfredo Castro a 6 de Dezembro de 2009 às 23:21
Alf, meu caro: não vão me convencer, sem provas cabais (o que acho difícil de obter), que o "cheio" é o "vazio", bem como acreditar que há uma "contração da matéria": e por que as galáxias fariam o inverso? Questões simples demais, óbvias: são incoerências flagrantes. Alfredo Castro.
De alf a 7 de Dezembro de 2009 às 01:11
as galáxias não fazem o inverso - toda a matéria encolhe.

As distâncias às galáxias medidas por nós aumentam porque o nosso «metro» fica mais pequeno. O universo expande medido com a nossa unidade de medida, mas não é porque expanda realmente, é apenas porque a unidade de medida diminui com o tempo. É por isso que a expansão do espaço é rigorosamente isotrópica e a uma taxa independente da distância, porque essa é a taxa de «encolhimento» do metro.

Num post antigo falo do filme "Querida, encolhi os miúdos"; aí tem um exemplo da visão de um observador que encolhe.
De Alfredo Castro a 7 de Dezembro de 2009 às 12:30
Caríssimo Alf: Se as nossas medidas encolhessem juntamente com as galáxias, não notaríamos o afastamento (até acelerado) de tais últimas! Já expliquei em comentários anteriores, inclusive em minhas teorias, que se a matéria encolhesse, dificilmente o seria toda por igual! As estruturas atômico-moleculares são enormemente diferentes entre os elementos químicos: isso implica em desproporções de distâncias orbitais e massas atômicas, o que afetaria, em tese, os períodos eletro-orbitais de formas distintas, não fosse a repulsão de antimatéria a agir também no ambiente micro-cósmico. A idéia de que a matéria "encolhe", no fundo, tem a ver com a nossa insegurança sobre a estabilidade orbital astronômica: em tese, os astros orbitantes, a longuíssimo prazo, tenderiam a "cair" nos astros centro-orbitais, e "transferimos" tal idéia para o micro-cosmo, e como ele é também infinito (micro-micro-cosmos) e as órbitas micro-eletrônicas são infinitamente mais rápidas, essa idéia nos dá a noção errada de que para consolidar tal modelo, a matéria estaria encolhendo.
Mas, pelo modelo que lanço em minhas teorias, a repulsão de antimatéria centro-astral resolve tal problema: ela atua em infinitos macro e micro-cosmos, estabilizando TODAS as órbitas! Pense. Um abraço, Alfredo Castro.
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