9 comentários:
De alf a 21 de Maio de 2008 às 02:53
A primeira metade deste post já saíu no «outra margem», no primeiro post sobre o "triângulo das bermudas da Física"; mas a segunda parte é nova. E importante... embora não seja matéria de física...
De antonio a 21 de Maio de 2008 às 15:29
Cá está: o teorema de Pitágoras outra vez! Começo a desconfiar que desempenha um papel importante em toda esta trama... mas é apenas um palpite.
De alf a 23 de Maio de 2008 às 02:51
António

Palpite? Oh diabo, ando a explicar-me mal! É certeza, meu caro, certezinha!

Obrigado pela sua presença.
De Diogo a 22 de Maio de 2008 às 13:53
Muita palha, muita palha. Mas faça lá as contas campeão.

Não se esqueça que se o observador na estação vê a luz percorrer duas hipotenusas enquanto o observador dentro do comboio vê dois catetos, o inverso também se passa para uma lanterna acendida dentro da estação. O viajante também verá duas hipotenusas na estação que se afasta…
De alf a 23 de Maio de 2008 às 02:58
diogo

Ena que raciocínios tão complicados! A maioria dos meus leitores desapareceria se eu me pusesse com conversas tão complicadas!

Mas eu não preciso disso! Como digo neste post, seria como se o Galileu se pusesse a explicar o modelo de Ptolomeu para mostrar que a terra se move.

Essas confusões são aliás muito fáceis de esclarecer. Não resultam da teoria do Einstein mas da versão do Minkowsky. Vai bastar uma fala do Jorge para arrumar isso.

Mas o próximo post vai trazer grandes surpresas noutra frente. A não ser que eu mude de ideias...
De Diogo a 23 de Maio de 2008 às 22:39
Passemos então à simplicidade!
De leprechaun a 26 de Junho de 2008 às 20:46
Isto da Luz já me agrada, que é muito místico!

Como essa Luz interior...

Rui leprechaun

(...onde se espelha o Amor! :))


O Astrónomo

À sombra de um templo, o meu melhor amigo e eu vimos um cego sentado e solitário.
O meu amigo disse: - Olha que este é o homem mais sábio da nossa terra.
Então aproximei-me do cego, saudei-o e começámos a falar. Pouco depois disse-lhe:
- Desculpa a pergunta, mas há quanto tempo estás cego?
Ele respondeu:
- Desde que nasci.
- E que caminho de sabedoria escolheste?
- Sou astrónomo.
Em seguida levou a mão ao peito e acrescentou:
- Observo todos estes sóis, estas luas e estrelas.

Khalil Gibran, in "O Louco"
De !!Ritit@!! a 7 de Outubro de 2009 às 21:11
Não percebi nada a linguagem é muito complicado!!
É exactamente blá blá blá e não dizem nada.
De alf a 8 de Outubro de 2009 às 12:33
Rita

Pois, também acho.

Este post marca um objectivo, conseguir construir uma descrição simples do Unverso. Mas está muito palavroso porque escrevi-o a pensar nas pessoas ligadas à ciência e que acham que isso é impossível.

A tarefa não é fácil, em parte porque temos a cabeça cheia de ideias erradas sobre o universo, em parte porque eu próprio tenho de me esforçar ainda muito antes de encontrar a linguagem mais adequada para falar disto.

Aqui comecei a fazer uma primeira tentativa e encontrei muitas dificuldades. Mas haverá uma segunda em que as coisas terão de sair melhores.

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