4 comentários:
De antonio a 8 de Outubro de 2008 às 23:34
Prontos! Isto tinha que terminar em Hollywood… eu sou favorável a que recuemos no tempo, mas o limite não é o início do Universo, o limite é a memória, não podemos recuar para além desta pois a partir daí nada existe.
De alf a 9 de Outubro de 2008 às 00:45
Ah, isso sim, seria realmente interessante, as primeiras estrelas de Hollywood!

O limite é a memória... quem sabe se não é isso que o Jorge está a fazer, a recuar na sua memória?
De Diogo a 12 de Outubro de 2008 às 12:24
Alf, continuamos a fazer castelos nas nuvens.

O Tempo é uma medida de movimento a partir de outro movimento.

Não há passados distantes nem futuros longínquos.

Se se considerasse todo o universo no momento A, e supondo que após algum movimento (que duraria, para um Deus exterior equipado com uma ampulheta divina, horas, anos ou milénios), todas as partículas e toda a energia do universo regressassem precisamente à posição que tinham no momento A (a que chamaremos momento B), não se pode falar nem em passado nem em futuro. A não é anterior nem posterior a B.
De alf a 12 de Outubro de 2008 às 13:53
Diogo, o que diz é mais no sentido filosófico do que no sentido físico, porque o tempo a que se refere não é o tempo das equações fisicas. Eu compreendo o que quer dizer, se as situações se pudessem repetir qualquer «origem dos tempos» seria arbitária, poderiamos escolher uma qualquer, o que era futuro para uma seria passado para outra, os conceitos de passado e futuro seriam completamente relativos.

Só que isso é apenas uma ilusão. Tal como é uma ilusão a percepção de que a Terra está em repouso no centro do Universo. O Universo evolui e transforma-se, segue uma «seta do tempo» que se escoa impercetível para os nossos sentidos. Como o movimento da Terra.

é nisso que consiste o Princípio da Relatividade: na ilusão de um Universo invariante e imutavel em que tudo se passa em relação a nós como se estivessemos em repouso no centro de um Universo eterno e invariante.

É essa ilusão que me proponho desmontar: mostrar o que é que de facto acontece e porque é que nós não o podemos detectar directamente.

O Desvanecimento revela a «seta do tempo» do Universo; ao percebe-lo vamos perceber coisas fascinantes sobre o Universo, sobre a Vida e sobre nós.

Estamos a chegar a «posts» onde as coisas se tornarão mais concretas e aí você vai perceber melhor o que agora lhe poderá parecer apenas palavras vazias

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