14 comentários:
De Curioso a 28 de Junho de 2010 às 10:06
Bom dia.

Onde está aquele entusiasmo com que iniciou este blog?

Ainda tem algumas promessas por cumprir aos seus leitores que continuam cá a vir quase todos os dias para ver se há algo de novo.

Desejo-lhe umas óptimas férias.

Curioso.
De alf a 29 de Junho de 2010 às 01:54
Olá Curioso

Peço desculpa mas cheguei à conclusão que estar a desenvolver o texto do artigo «on line» poderia originar a maior confusão. É que não se trata apenas de apresentar a teoria, é preciso conseguir desenvolvê-la a partir das ideias actuais, doutra forma não poderá ser aceite na comunidade científica e eu não tenho tempo para andar em guerras, tenho mais coisas e mais importantes para dizer.

é como deduzir a teoria de Newton a partir do modelo de Ptolomeu sem questionar este e ainda provando que ele está certo (matematicamente está, fisicamente é que não). Não é fácil mas também não é impossível e ando a testar diversos caminhos; não posso porém andar a apresenta-los aqui, seria muito confuso.

Tão depressa não conto, por isso, postar aqui. O meu prazo para concluir este trabalho é o fim do ano.

Ainda não tenho a certeza se entretanto não virei aqui falar do Sol

Se me indicar um endereço de email, e pode fazê-lo para os meus emails: viagemfuturo@gmail.com ou outrafisica@sapo.pt eu contacta-lo-ei qd postar de novo.

Obrigado pelo seu continuado interesse

Boas férias!
De gary a 29 de Junho de 2010 às 14:48
olá alf

aqui quem fala é o hugo ary um antigo leitor
pois bem, sua ideia já está bem exposta e parece ter se engajado em "provar" sua teoria.

mas quais experimentos tem em mente para corroborar com sua teoria? e quais seriam os resultados esperados?

você falou que essa ideia original ultrapassa duas dificuldades do modelo do big bang seria a expansão espacial da energia escura e a outra?

se é que ainda está ativo esse blog

um abraço
De alf a 1 de Julho de 2010 às 15:56
Olá Hugo Ary!

o meu modelo, na verdade, não precisa de nenhuma prova nova: como o de Newton, ele simplesmente explica todas as observações sem ter de recorrer a nenhum parâmetro adicional, nomeadamente a matéria negra e a energia negra. Nem nenhum parâmetro nem nenhum fenómeno, como a Inflação; nem nenhuma exclusão de validade - o Big Bang só se aplica fora das galáxias, dentro destas postula-se que o espaço não expande mas não há nenhuma consistência nesta afirmação.

No entanto, há uma experiencia que prova este modelo porque o seu resultado é completamente incompatível com a física actual. Essa experiência é um pouco como o pêndulo de Foucault em relação à rotação da Terra. Mas creio que será dificil realizá-la com a tecnologia actual, embora não impossível, porque o resultado a medir é muito pequeno. No novo modelo, a velocidade de rotação de um corpo isolado aumenta com o tempo; mas este aumento é muito pequeno, é à taxa da constante de Hubble, daí a dificuldade de o medir.

A matéria negra, a energia negra, a Inflação não são «descobertas», são invenções para fazer a teoria do Big Bang acertar com resultados observacionais que lhe são completa e absolutamente contrários; essas «invenções» desaparecem com o novo modelo. A física e a natureza do Unverso passam a ser as mesmas aqui e em qualquer outro ponto do Universo. No modelo do BB isso não acontece, por exemplo, aqui não há expansão do espaço nem energia negra nem matéria negra.

Um abraço e obrigado pelo interesse.
De gary a 1 de Julho de 2010 às 18:13
Caro alf,

Compreendo o que diz há tempos! Queria lhe dizer que no entendimento deste "leigo" em física que vós fala sua teoria é no mínimo brilhante.

O fato de afirmar que o universo é estacionário, que sempre existiu do tamanho que é e que não é o universo que expande, somos nós que encolhemos pra mim é formidável. Explica todo o comportamento bizarro da energia escura que acelera mais intensamente os corpos mais distantes de nós

Só não compreendo aonde seu modelo entra explicando a matéria negra.

Também não consegui compreender, qual modelo diz que um corpo isolado aumenta sua velocidade de rotação? O modelo da física atual ou o seu? Se pensamos parecido como me parece sua resposta deve ser o modelo da física atual.

Agradeço pela resposta anterior é sempre gratificante ler suas ideias até porque sempre aprendo um pouco mais.
De gary a 1 de Julho de 2010 às 18:16
só um por menor que acabei me esquecendo

qual era o segredo que o teorema de pitágoras carregava?

isso ainda me martela a cabeça hehehe

um abraço
De Letícia a 6 de Outubro de 2010 às 15:20
Olá amigos, deixo aqui a minha dica:
A Rede de Popularização da Ciência e da Tecnologia da América Latina e do Caribe (Red-POP) recebe até 15 de novembro, propostas de trabalho para a 12ª Reunião Bienal (http://www.mc.unicamp.br/redpop2011/) que acontece no Brasil, organizada pelo Museu Exploratório de Ciências (MC), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), de 29 de maio a 2 de junho de 2011.
Com o tema “A profissionalização do trabalho de divulgação científica”, o encontro aceitará tanto trabalhos de pesquisa, de caráter acadêmico, quanto de profissionais da área, interessados em relatar suas experiências. Cinco eixos temáticos vão nortear a 12ª Reunião: Educação não-formal em ciências; Jornalismo científico; Programas e materiais para museus de ciências: materiais e práticas concretas; Museografia e museologia científica; Público, impacto e avaliação dos programas.
De Pink e Blue a 4 de Abril de 2011 às 12:07
Olá Alf,

Muito a propósito deste post, sugiro a leitura deste pequeno livro:

http://www.guerraepaz.net/conteudo.aspx?caso=ecommerce&lang=pt&id_object=4065&name=A-FACE-DE-DEUS

A não perder!

Boas leituras

Abraço

Pink
De Pink e Blue a 4 de Abril de 2011 às 21:08

Olá de novo Alf,

Junto um link com excertos do livro de que lhe falei no comentário anterior.

http://hopeinsunrise.blogspot.com/2011/04/criacionismo.html
De Pink e Blue a 5 de Abril de 2011 às 09:59

Obrigada Alf, pelo seu comentário, com o qual concordo na integra.

Pergunto-me se já teria lido um livro fantástico que se chama "E o Universo Desaparecerá" da editora Estrela polar. Ele está agora esgotado na editora mas talvez encontre na Wook on-line

Eu adorei e recomendo.

Abraço

Pink
De Alfredo Castro a 23 de Maio de 2011 às 21:54
A teoria da relatividade ESTÁ QUASE TODA ERRADA!!! PROVO !!! O espaço É UM PURÍSSIMO VAZIO: quanto à repulsão magnética: o espaço "específico" seria "encurvado ao contrário"???? E o tempo??? ONDE ESTÃO OS "VIAJANTES DO FUTURO"???? PENSEM!!! O tempo é simplesmente o resultado do movimento relativo entre os corpos!!! Resumo: no centro das estrelas, planetas e luas, existe um tipo de antimatéria que a tudo repele, como ímãs de pólos iguais, porém em enormes proporções, repelindo muito mais a ela mesma quando separada. A atração material é mais abrangente e menos intensa com a proximidade do que a repulsão entre as antimatérias centro-astrais, e por isso a forma elipsóide das órbitas de luas e planetas. A antimatéria centro-astral também repele o magma até uma certa distância, onde forma-se uma barreira repulsiva comprimida pelo magma ao redor.
Demonstração matemática de Estabilidade Orbital; resumo do cálculo: fórmulas necessárias: F = G. (m1.m2) / r^2 (gravitação universal); G = 6,67.10^-11 Nm^2/Kg^2; Fr = R. (am1.am2) / r^3 (a primeira reformulação da teoria / Estabilidade Orbital); Fr : força de repulsão de antimatéria centro-astral; r: raio orbital; R : constante de repulsão de antimatéria à outra, a ser medida; am1 e am2 : “massas” (resistência à aceleração) das antimatérias centro-astrais dos astros envolvidos (não sabemos). Logo, R.(am1.am2) = “Y” !!! Massa Terra: 6.10^24 Kg ; massa da Lua: 7.10^22 Kg. No sistema Terra/Lua: F = Fr, em r = 370.10^6 m (mais próximo do perigeu): F = 280.10^35 / 137.10^15 = 2,04.10^20 Nm^2/Kg^2. Fr = Y / 50.10^24 = 2,04.10^20 Nm^2/Kg^2. Logo, Y = 102.10^44 !!!! No apogeu, então temos: r = 405.10^6 m ; F = 280.10^35 / 164.10^15 = 1,7.10^20 Nm^2/Kg^2 . Fr = 102.10^44 / 66.10^24 = 1,5.10^20 Nm^2/Kg^2 !!! No apogeu, Fr é menor que F !!! E no perigeu??? Vamos ver: r = 363.10^6 m ; F = 280.10^35 / 132.10^15 = 2,121.10^20 Nm^2/Kg^2; Fr = 102.10^44 / 48.10^24 = 2,125.10^20 Nm^2/Kg^2 !!!! Logo, no perigeu, Fr é maior que F ! Alfredo Manoel de Castro, autor (alfredomc1@hotmail.com).
http://megacontador.com.br/estabilidade-orbital-2.html
http://www.webartigos.com/articles/42425/1/CIENCIA-DO-FUTURO/pagina1.html
http://www.webartigos.com/articles/12564/1/Estabilidade-Orbital-Astronomica/pagina1.html
De Alfredo Castro a 1 de Junho de 2011 às 22:44
A CAUSA DA GRAVITAÇÃO !!! :::: Vejamos: um “buraco negro”, “engole” TUDO, e suponho que até o que não nos é percebido, ou seja, a matéria na velocidade acima da velocidade da luz, a qual, por isso, transfere-se para um outro espaço interativo (ver “Ciência do Futuro”, nestes comentários). Conforme a sua velocidade, algo dessa matéria é também tragado pelo(s) “buraco(s) negro(s)” atuantes NESTE ESPAÇO INTERATIVO. Como digo em “Ciência do Futuro”, constante também nestes comentários, isso também ocorre no “micro-cosmo”, numa quantidade quase infinita, pois que cada molécula é uma “mini-galáxia”. Assim é formado um fluxo permanente PARA DENTRO DA MATÉRIA, uma espécie de “correnteza” que conduz os corpos próximos. Ora, e a repulsão de antimatéria centro-astral??? Simples: o “buraco negro”, tem como “saída”, uma espécie de “big-bang”, o qual ocorre constantemente no micro-cosmo, na matéria, e até a luz é algo conduzida por essa força repulsiva. Especificamente, as “saídas” dos “buracos negros” estariam nas antimatérias centro-astrais, assim como, no micro-cosmo, nas “micro-antimatérias” subatômicas, para nós, no caso. E como ocorreriam tais fluxo e refluxo? Por atração gravitacional, devida à alta intensidade de matéria trans-espacial, que em parte, “ricochetearia” nas barreiras repulsivas das antimatérias centro-astrais, cósmicas e micro-cósmicas (infinitamente), em diversas direções. Então, consideremos a Terra: 1)os buracos negros do microcosmo material terrestre criam um enorme campo gravitacional multidirecional, sugando também parte da matéria trans-espacial que passa, atraída por eles; 2)a antimatéria centro-astral terrestre despeja em todos os sentidos, a matéria trans-espacial, acompanhada ou não também de antimatéria, oriundas de outros buracos negros, ainda numa velocidade trans-espacial; 3)todos estes elementos provocam um fluxo gravitacional e outro repulsivo hiper-espacial, afetando inclusive toda a matéria e antimatéria próxima, neste espaço (uma espécie de condução); 4)parte da matéria trans-espacial atraída se contrapõe à matéria e à antimatéria que saem, da antimatéria centro-astral, causando um efeito de frenagem e ressonância, e por isso, a repulsão de antimatéria centro-astral desenvolve as características de ser menos abrangente e mais específica que a atração gravitacional. Simples, não? Assim, um buraco negro surge quando múltiplas emanações de matéria e antimatéria trans-espaciais se cruzam em determinada região do cosmo ou do micro-cosmo (isso implica no mesmo fenômeno, também nos supostos “macro-cosmos”, infinitos, assim como nos “micro-micro-cosmos”). Logo, não se trata de “curvar o espaço”: é a matéria e a antimatéria trans-espacial hiper-veloz CONDUZINDO a matéria deste espaço, como se houvesse ínfimos, mas constantes contatos, como a correnteza de um rio a conduzir o que está nele flutuando. Alfredo Manoel de Castro, autor, astrofísico e cosmólogo prático.

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