55 comentários:
De Alfredo Castro a 20 de Novembro de 2009 às 11:44
Não acho que seja bem assim. A despeito de todas as teorias, EXISTE UMA VERDADE ABSOLUTA! Uma só, que abrange TUDO. Aos poucos, vamos descobrindo tal verdade. Importante é lembrarmos, sempre, que a física é a MÃE das ciências, e como tal, tem precedência sobre a matemática, ou seja, um fato físico pode ter várias explicações, todas falsas, porém com "comprovações" matemáticas! Em suma: quer formular uma boa teoria? Descubra parte desta verdade absoluta! DEPOIS, busque provas, inclusive matemáticas!!! Mas isso é só a minha humilde opinião. Leia http://www.webartigos.com/articles/25954/1/uma-outra-fisica/pagina1.html . Um abraço, Alfredo Castro.
De alf a 20 de Novembro de 2009 às 19:12
Alfredo de Castro.
Não é assim tão simples.

Imagine um índio da amazónia que nunca teve contacto com a «civilização» e é raptado e colocado numa estação espacial em órbita na Terra. Ele vai tentar perceber o que lhe aconteceu, mas acha que conseguirá colocar a hipótese certa?

Não, porque ele só pode colocar hipóteses baseadas nos seus conhecimentos.

Nós estamos um pouco como este índio. A nossa percepção empírica do Universo tem tanto a ver com este como a do índio.

Se nos pusermos a fazer interpretações das observações, necessariamente baseadas no que já sabemos, estaremos a fazer como o índio e nunca conseguiremos perceber o Universo. Temos de ser mais «subtis».
De Alfredo Castro a 21 de Novembro de 2009 às 05:03
Caro Alf: os que não foram "contaminados" com essa interminável lavagem cerebral (contra-informação) que abrange desde a nossa alimentação até as ditas melhores universidades da Terra, sem mencionar os diversos veículos de comunicação, são os mais propensos a descobrir as verdades encobertas. Isso é política! Os dominantes só sabem mesmo que quem souber mais, pode vir a dominar tudo, e perder a dominação é o que eles mais temem. Por isso, um índio (sem mídia), tem mais chances de descobrir a verdade, como no exemplo que deste, do que um dos mais afamados astrofísicos da atualidade, que se for por acidente abandonado no interior da floresta amazônica: não vai descobrir comida, abrigo, cura e nem defesa dos diversos perigos circundantes: pode não durar um dia nestas circunstâncias, enquanto no mesmo período, o índio do teu exemplo já dominou toda a tripulação da fictícia estação espacial e está negociando o seu retorno a sua oca! Um abraço, Alfredo Castro.
De alf a 21 de Novembro de 2009 às 13:38
Não percebeu bem o meu exemplo. Para começar, o Índio estaria sozinho na estação orbital, não se punha nenhum problema de dominar seja o que for, mas compreender a sua situação. Como é que ele podia perceber o que os seus olhos viam quando olhava pela vigia?

Isto para mostrar que compreender o universo não é uma trivialidade e que é preciso duvidarmos muito dos raciocínios que podemos fazer.

Se não duvidássemos, ainda pensaríamos que o Céu roda em torno da Terra, porque é isso que os nossos sentidos e os nossos raciocínios dizem - quem pode acreditar que nos deslocamos a uma velocidade supersónica em relação ao eixo da Terra? Não seríamos atirados ao ar? E, no entanto, é verdade.

é por isso, porque precisamos de ultrapassar uma aparência que o Universo apresenta, e porque os nossos conhecimentos e inteligência são muitíssimos limitados, que temos de ter muito cuidado com os raciocínios que fazemos. E temos de seguir métodos que nos protejam dos nossos erros de raciocínio.
De Alfredo Castro a 21 de Novembro de 2009 às 16:22
Alf, caríssimo irmão: ninguém em sã consciência deixaria uma pessoa só e despreparada numa estação espacial! Isso incorreria num enorme risco para a navegação espacial, e desastrosas consequências inclusive aqui na Terra. Mas o índio do exemplo citado tem uma vantagem: é um índio! Como tal, está acostumado a observar bem a natureza, as nuvens, e com certeza pode identificá-las, mesmo bem do alto, bem como o verde das florestas. Ainda que estivesse só, ele estaria de alguma forma sendo monitorado, e demonstraria uma profunda tristeza por estar afastado daquilo que mais ama: a sua floresta. Tal causaria grande comoção na equipe de vigilância, mesmo à distância, o que faria com que tais mudassem seus planos, trazendo-o de volta! LOGO, a tua teoria está errada, pois como provei, o referido índio percebeu onde estava e conseguiu convencer seus aprisionadores a soltá-lo, usando a mais poderosa arma que o Criador nos deu:
O AMOR! Um abração, Alfredo Castro.
De alf a 21 de Novembro de 2009 às 17:24
Amigo Alfredo, você é um romântico! Sem dúvida que tem razão no que diz. O meu exemplo foi uma tentativa de fazer sentir que temos de estar conscientes das nossas imensas limitações para compreender o Universo. Limitações mas não impedimentos. Por isso, tal como o Índio aprisionado na estação orbital, nós vamos conseguindo ultrapassar essas limitações. O seu enredo não contraria o meu exemplo, completa-o e torna-o bem mais interessante!
De Alfredo Castro a 21 de Novembro de 2009 às 20:08
Irmão Alf: a coisa é simples, sim. Nossa sociedade é que nos impõe barreiras mentais, por medo de ser dominada. Não somos tão "cegos", mas eles querem que pensemos assim. Exemplos: "curvatura do espaço" (é só um puríssimo vazio), "dilatação do tempo" (e onde estão os "viajantes do futuro"?), "contração da matéria" (toda por igual?): tudo isso chama-se CONTRA-INFORMAÇÃO, que consiste numa forma de confundir os pretensos intelectuais, para mantê-los na ignorância, principalmente sobre as questões da física (avanços tecnológico-militares). Mas há coisas, e muitas (concordando contigo), que não temos mesmo condições de saber, como a causa da gravitação, tanto micro quanto macro-cósmica. Isaac Newton com as célebres "infinitas hipóteses", foi quem deu a última palavra séria sobre o assunto, pois já cansei de perguntar aos físicos como, relativisticamente, a matéria "encurvaria o espaço", e mais uma vez ouvi o silêncio. Ora, se nem sabemos a natureza da matéria (Heisenberg), como podemos descrevê-la? Some-se a isso os contraditórios experimentos clássicos conhecidos (dupla fenda, o relativístico de Sobral, o dos relógios atômicos, os da "invariância da velocidade da luz", etc.)!!! Quer ver? Por exemplo, o de Sobral (início do sec. XX, A. Einstein), achava-se que não podia ser por refração o tal desvio das luzes das estrelas próximas à Lua em eclípse, por acreditarem não haver atmosfera lá. Agora, dizem que descobriram uma "enorme quantidade de água na Lua": LOGO, ela tem alguma rala atmosfera ou algo inerente? Então foi refração mesmo!! Você mesmo diz que não devemos confiar nos nossos raciocínios. Eu porém vos digo: muito menos nos "raciocínios" que nos "empurram" os dominantes, que para convencer os incautos, criam obras faraônicas para "provar" que acreditam nas suas próprias mentiras, espalhadas por todas as universidades! Leia, de minha autoria, "Estabilidade Orbital Astronômica" no link :

http://www.webartigos.com/articles/12564/1/estabilidade-orbital-astronomica/pagina1.html
Um abraço, Alfredo Castro.
De Alfredo Castro a 27 de Novembro de 2009 às 19:48
Veja no link http://www.webartigos.com/articles/25954/1/uma-outra-fsica/pagina1.html , e no mesmo site, "RELATIVIDADE TRANSVERSA":
Só mais um pequeno detalhe: de acordo com alguns dos mais afamados astrofísicos da atualidade (sem citar nomes), o espaço seria composto de "partículas de campo". Então, uma simples pergunta me surge: se retirarmos tais supostas "partículas de campo", o que restaria? O nada! O VAZIO! Um infinito vácuo, que não pode ser outra coisa se não a ESSÊNCIA DO ESPAÇO!!! Ora, será que é tão difícil raciocinar sobre isso? Alfredo Castro

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