55 comentários:
De alf a 19 de Novembro de 2009 às 13:04
Gary

Pois é, começa aí o problema!

O que se passa é que tu, que seguras as réguas, também ficas mais «curto» no sentido do movimento e é por isso que não vês a régua encolher.

O outro observador vê a régua no sentido do movimento ficar mais curta e vê tu a ficares achatado no sentido do movimento. Um esfera transforma-se numa oval.

a propriedade da Relatividade o que diz é que tu não notas essa alteração em tudo o que se move contigo, porque todas as tuas experiências locais continuam a dar os mesmos resultados.

Mas o essencial do fenómeno físico é que tu, como a tua régua, te alteras.

Por isso o Lorentz desenvolveu a teoria a partir desta alteração do observador, a partir da contracção dos corpos.

O Einstein construiu-a tal como é vista pelo observador, que vê os outros a alterarem-se mas não vê isso acontecer consigo; e como o observador surge assim invariante, para cada observador é o «espaço tempo» que se deforma, não ele.

Isso é o que o observador vê, mas não é o fenómeno físico; não é o espaço-tempo que se altera, são as dimensões do observador e o funcionamento dos seus relógios.

é como no modelo de Ptolomeu: não são os astros que rodam, é o observador; e como na expansão do espaço: não é o espaço que expande, é o observador que encolhe.

Só que é preciso uma teoria que explique exactamente o que acontece ao observador e porque é que as leis físicas são invariantes em relação a ele.

É isso que eu tenciono apresentar.
De anonimodenome a 1 de Dezembro de 2009 às 16:49
só agora é que percebo toda a 'fúria' à volta da 'métrica' nos blogs de física que vou visitando.
Para mim, pelo menos na Relatividade Restrita, entendia que eram os corpos, relógios e réguas que variavam e nunca o espaço-tempo, não era um problema de métrica.
Já na Relatividade Geral eu estava habituado a pensar que era a métrica. Bem, estou a ver que também não é assim.
Entretanto estou a rever os escritos de Einstein de 1920, acessível em http://www.bartleby.com/173 (em inglês e de modo simples para todos entenderem).
Já acabei a releitura da Relatividade Restrita e reforcei o que eu pensava e que é conforme o alf diz.
-----
Agora, dentro deste contexto, não resisto a transpor para português um pequeno extracto do livro : Our Resonant Universe: de Gouglas A. Pinnow.
(página 56)
-- A Origem da massa inercial
...Contudo se uma força F for aplicada num extremo collinear com o eixo polar, a partícula começa a mover-se relativamente ao seu referencial de inércia. Isto significa que a energia electromagnética circulante que começou no ponto de aplicação da força irá regressar depois de uma circulação completa ao ponto de aplicação da força deslocado de uma distância dz.
Porque o caminho total percorrido é agora menor,e para poder continuar ressonante, a frequência de ressonância w tem de aumentar para compensar.
Assim também a massa/energia da partícula também aumenta como m.c^2=w.h (..h barra,... não está no teclado)
...Na perspectiva do sistema de coordenadas original o comprimento da partícula aparecerá diminuído de dz/2 e que corresponde à contracção de Lorentz.

Para mim ficou simples de visualizar essa noção tão estranha a que chamamos 'massa'. Até poderá não ser assim, mas tem a vantagem de eu perceber.

De Alfredo Castro a 2 de Dezembro de 2009 às 12:35
Outra prova IRREFUTÁVEL da causa das marés cheias do outro lado da Terra, oposto às Luas novas: a rotação da Terra se dá em 24 h, e a translação lunar, em +- 28 dias; SE a Terra fosse "puxada" pela Lua, causando tal hipotético refluxo inercial do lado oposto, com a discrepância entre os movimentos de rotação terrestre e translação lunar, só por essa causa, tal maré não se fixaria no lado oposto citado, devido à inercia causada pela rotação terrestre, cujos oceanos acompanham, e com isso a água seria toda empurrada na mesma direção, ESPALHANDO TAL MARÉ! SE o centro de gravidade do sistema Terra/Lua fosse a causa, também não causaria tal maré no lado oposto, MAIS DISTANTE do tal centro gravitacional, o que pelas leis da hidrostática, é totalmente inconcebível!
LOGO (!!!), que eu saiba, NÃO HÁ explicação melhor do que as que apresento nesta minha simplória teoria (repulsão de antimatéria centro-astral, somadas e em linha, do Sol, Lua e Terra, além de alguma participação da força centrífuga da translação terrestre). Gostaria, se algum entendido souber, que me apresentassem uma outra explicação melhor que a por mim apresentada.
Particularmente, acho que estou próximo da verdade, e por isso mesmo, devo ouvir um enorme silêncio!!!!!!!!!!!!!!!!
http://www.webartigos.com/articles/12564/1/estabilidade-orbital-astronmica/pagina1.html

Comentar post