47 comentários:
De Alfredo Castro a 27 de Outubro de 2009 às 21:21
Alf, caro irmão:
Você é um dos raros que têm condições de entender novas idéias. Mas acontece que nas diversas faculdades espalhadas pela Terra, adotou-se, na maioria delas, o tal aprofundamento dos estudos de certas, e eu diria "incertas", teorias, que na minha opinião, até voluntariamente, têm conseguido fazer uma verdadeira "lavagem cerebral" na grande maioria dos seus estudantes, como uma hipnose, "cegando-os", dogmatizando-os. Esse era o método utilizado na idade média pela famosa inquisição, e aprimorado até hoje pelas sociedades dominadoras. Eles querem nos convencer que não temos inteligência suficiente para desvendar tais "mistérios", porque na verdade TEMEM
o conhecimento, pois lucram com a mentira!
No primeiro tópico, acredito que fiseste referência a Heisemberg e o princípio da incerteza, além do desgastado e ambíguo experimento da dupla fenda:
QUANTA INCERTEZA!
Quanto ao segundo, então por que ninguém explica o FATO das crateras lunares (até semelhantes às de Mercúrio) serem quase todas bem redondas? Tais impactos meteoróides de altíssima velocidade pegaram a Lua quase todos sem resvalar? Os cálculos das probabilidades, considerando os ângulos de entrada e campos gravitacionais envolvidos (do Sol, da Terra e da própria Lua) me dizem ser isso impossível!
MAS o seu terceiro tópico É SENSACIONAL!!!
Você mesmo afirma: a imagem de uma gota caindo sobre a água, em câmera lenta, quando se levanta por reação uma outra gota, É EXATAMENTE IGUAL!!
Porém, aí vem o mais impressionante: até aí a experiência que fiz, descrita em "Estabilidade Orbital Astronômica", também é igual.
A grande diferença entre os dois casos é que a gota d'água que subiu, VOLTOU A CAIR NA MESMA SUPERFÍCIE! Isso desmanchou a figura formada com o pico central. Ora, na Lua, tal pico central continua lá, na grande maioria das suas crateras, o que PROVA que o que quer que tenha saído da Lua, não voltou a tocá-la, ou seja, partiu espaço a fora!
Você fala de experiências sobre o assunto: as que pesquisei são, a meu ver, muito inconsistentes (teorias de causas vulcanistas ou meteoróides), tanto que nem vou citá-las.
Ora, você quer me dizer que a Lua tem massa suficiente para puxar toda a Terra, a ponto de causar tamanha inércia na maré oposta? Não é o que dizem os meus cálculos! Até mesmo porque a translação lunar se dá em vinte e oito dias aproximadamente, o que não causaria inércia com tamanha proporção na maré oposta em referência. E se considerares que tal força estaria somada à atração solar, pela lei da gravitação universal, a discrepância a considerar sobre os pontos referenciais da Terra, neste caso diametral, é insignificante a uma unidade astronômica!
Nossa inteligência não é tão "curtinha": isso é o que os dominadores querem que pensemos, para melhor dominar-nos!
Você está provando que muito dela tem!
Então? Vamos usá-la? Um grande abraço, Alfredo Castro.
De alf a 28 de Outubro de 2009 às 01:44
Alfredo de Castro, vejamos:

Um meteoro qd acerta na lua vaporiza-se no impacto. Estilhaços e poeiras é o que resulta. que se depositam numa vasta área; é por isso que não volta a cair sobre a cratera. Os que cairam na Terra deixaram um rasto nos estratos geológicos perfeitamente identificável.

a probabilidade de um impacto rasante é muitíssimo menor do que um com ângulo elevado; mas existem, eu tenho uma ideia de já ter visto, embora não me lembre onde.

As marés é mesmo como eu lhe disse.

Agora eu gostaria que aplicasse o mesmo sentido crítico que revela com as explicação da ciência às suas próprias explicações. Todas as explicações da ciência foram sujeitas a muitos testes, experiências, debates. Não implica que estejam certas, mas há um suporte por detrás, podemos discutir esse suporte, podemos repetir as experiências, verificar as contas. As suas, não podemos. Podem estar certas ou erradas, mas como o saber? Onde está o teste, o cálculo que possamos verificar?

Para si, as suas ideias parecer-lhe-ão óbvias, lógicas, mas para as outras pessoas não é assim; a não ser que elas sejam «crentes», dispostas a acreditar no que afirma, elas não vão trocar as explicações da Ciência, que são verificaveis, pelas suas, que não são. Tem de encontrar testes, cálculos, observações que as suportem.

Sabe há quantos anos eu ando a testar e a fazer cálculos sobre as minhas ideias? 30! Ando há 30 anos a trabalhar praticamente todos os dias, fins de semana e férias incluídas, várias horas por dia, depois do emprego, nas provas das minhas ideias. Nas provas, porque as ideias têm quase todas 30 anos.
As explicações da Ciência tb são fruto de imenso trabalho. Isto não significa que esteja tudo certo, mas significa que não é uma coisa leviana, em cima do joelho, uma coleção de palpites.

Mas tem razão qd diz que o sistema de ensino faz uma lavagem ao cérebro, e que ensinam como sendo certas, coisas que não se sabe se são ou não. Por exemplo, aqui em Portugal ensinam às crianças aquecimento global a propósito de tudo e de nada, são cilindradas com o assunto do aquecimento global.

Agora que é indesmentível que a Terra está a arrefecer vai fazer uma década, que as previsões dos verdadeiros especialistas é que o arrefecimento durará pelo menos 30 anos, com base no que está a acontecer com a temperatura dos oceanos, a cabecinha desses alunos que foram matraqueados com o aquecimento global vai entrar em crise.

Bem, vamos deixar este diálogo por aqui, o meu tempo anda muito escasso... haverá mais posts. Abraço
De Alfredo Castro a 28 de Outubro de 2009 às 14:01
Caro Alf:
Então voltamos a questão inicial: qual a causa da forma arredondada das crateras lunares, tendo um ponto elevado central? Se foi pulverizado o tal suposto meteoro, não haveria motivo para se formar tal montanha central! Além do que, há marcas de algo grande saindo de tais crateras para todos os lados, como se tivesse rolado para muito longe, e posteriomente se desmanchado. E atentes: não vi isso em fotografias, pois tenho o meu próprio telescópio (refrator, Barlow 675 x ). Tais marcas são claras e nem é preciso ter um telescópio com tal aumento para vê-las! Em "Estabilidade Orbital Astronômica", apresento duas reformulações da lei da gravitação universal (Isaac Newton) para calcular a força de repulsão da antimatéria centro-astral, mas basta usar a fórmula original e dados de diâmetro, massa e velocidade dos astros envolvidos, considerando a dimensão das crateras lunares, para se chegar a um ângulo de entrada meteoróide lunar de aproximadamente trezentos graus para fora da Terra, considerando a baixa influência gravitacional dispersiva lunar e áreas de atuação gravitacional da Terra e do Sol relativas à extrema velocidade meteoróide estimada. O cálculo é simples, mas os detalhes para a sua montagem é que são importantes. Outro detalhe interessante é que o nosso cérebro funciona semelhante a um computador: se os dados obtidos são demasiados, se torna "mais lento".
Nestes casos precisamos de um "antivirus". Largue um pouco o computador, os livros, veja os horizontes, as aves, a vida! Depois, querendo, leia os meus artigos originais cujos endereços estão descritos em um dos meus comentários acima. Podes perguntar ou rebater como quizeres, inclusive no próprio site webartigos.com, mas na verdade, sinto que essa minha teoria é para os nossos bisnetos. Peço a Deus todos os dias que consigamos nos manter, humanos, mas que seja feita a vontade dEle. Olha, foi um enorme prazer dialogar contigo e estou ao teu dispor sobre temas científicos.
Um abraço verdadeiro, Alfredo Castro.

De alf a 28 de Outubro de 2009 às 15:29
amigo Alfredo de Castro

Quando duas pessoas têm ideias diferentes sobre um assunto, a discussão tem de ser muito longa para ser possivel chegar a um acordo; aqui podemos apenas dizer umas pequenas coisas, depois as ideias ficam a amadurecer e quem sabe se, mais tarde, as ideias do outro não ficam mais claras.

Essa misterioso pico central das crateras é originado pelo solo da lua, comprimido no impacto e depois como que ressalta e fica com essa forma. Depende da estrutura do solo na zona do impacto.

Mas é claro que somos todos pesquisadores do universo, vamos levantando hipóteses e escolhendo as que nos parecem melhores. Mas nunca sabemos se são «verdade», apenas achamos que umas serão melhores do que outras. Por isso, não há explicações definitivas, só os ignorantes têm certezas dessas.

De momento, as suas ideias não se enquadram no meu modelo do universo; mas quem estará mais próximo da verdade? Como dizes, não será nas nossas vidas que podemos esperar sabê-lo... só o Newton veio dar razão ao Copérnico, já se vê que ideias diferentes são sempre para as gerações posteriores.

Já passei rapidamente pelo teu site, mas preciso de tempo para lhe prestar a devida atenção. O diálogo sobre estas coisas é sempre muito estimulante, e não é preciso termos as mesmas ideias nem estarmos de acordo, pelo contrário, é a diferença que é estimulante.

Um abraço
De Marcelo a 20 de Dezembro de 2013 às 15:42
Você quer dizer então que os dominadores (imagino que se refira às pessoas do governo) conhecem mais a verdade do que os grandes cientistas ou corromperam todos eles para que não ensinem a verdade?
Você acha que todas as inúmeras pesquisas científicas que estão em curso no meio acadêmico são de fachada?
Se isso realmente faz sentido para você, não há possibilidade de sustentarmos qualquer discussão, porque nesse caso não nos apoiaríamos em um bom-senso comum.
De Marcelo a 20 de Dezembro de 2013 às 20:46
Você quer dizer então que os dominadores (imagino que se refira às pessoas do governo) conhecem mais a verdade do que os grandes cientistas ou corromperam todos eles para que não ensinem a verdade?
Você acha que todas as inúmeras pesquisas científicas que estão em curso no meio acadêmico são de fachada?
Se isso realmente faz sentido para você, não há possibilidade de sustentarmos qualquer discussão, porque nesse caso não nos apoiaríamos em um bom-senso comum.

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