47 comentários:
De Peter a 27 de Outubro de 2009 às 00:04
alf

Evidentemente que não me estou a imiscuir no teu debate com Alfredo Castro. Estou a aprender.
Para mim, «o conceito corpuscular das partículas significa que elas «ocupam» uma porção de espaço; do «meio» idem».
Mas qual a diferença entre "espaço" e "meio"? Pensei que se tratava da mesma "coisa", por isso pensei que a partícula passava e tudo se recompunha após a sua passagem.
Isto não implicava necessitar saber de que é feita uma partícula, ou de que é feito o "meio".
Claro que isto é um raciocínio simplório de um mero curioso, mas não me sinto diminuido por isso.
De alf a 27 de Outubro de 2009 às 01:05
Peter

o raciocínio não é simplório, faltam é dados. O «meio», a existir, é muito «rígido», de acordo com as teorias sobre os meios e a propagação das ondas. Isso resulta da velocidade elevada da luz, uma onda a propagar-se nesse meio.

Ota num meio rígido a «partícula» não pode passar e o meio recompor-se a seguir. Se fosse assim, uma vibração - a luz - não se poderia propagar como se propaga.

Bem, pelo menos isto é o que os cientistas dizem; por isso é que, para manterem a natureza corpuscular das partículas, têm de assumir que o espaço é vazio.

Já se as partículas foram uma perturbação do espaço, podem propagar-se. A propagação de uma perturbação não deixa rasto.

O saber do que é feito o meio ou a partícula é uma outra questão. Serviu para contestar a ideia do éter, porque não se sabe responder a esta questão. Mas é uma contestação tonta porque o problema põe-se igualmente em relação à partícula.

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